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Encontros de Som e Arte

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Esse projeto de extensão, vinculado a Proex da UFT e ao Programa de extensão “Laboratório de Etnomusicologia do Tocantins” trata-se de encontros virtuais entre artistas, professores, estudantes e mestres da cultura para a produção sonora e artística como forma de estímulo aos processos artísticos.

Trata-se de gravações publicadas nas redes sociais com parcerias em encontros sonoros virtuais. Seguem os links desse trabalho nesse espaço. Esse projeto visa manter as produções artísticas sonoras ativas, como forma de combustível pedagógico para as atividades acadêmicas em tempo de pandemia por Covid-19.

ACOMPANHEM OS TRABALHOS REALIZADOS

Diamond Land (Diamantina), faixa homônima do álbum do compositor mineiro Toninho Horta lançado em 1988 pela Polygram Records.
Essa versão é uma redução adaptada por José Jarbas​ para dois violões do arranjo de Daniel Wolff​ (1991) para três violões. Marcus Bonilla e José Jarbas Ruas formam duo para mais uma etapa do Projeto “Encontros de Som e Arte”. Esse projeto visa manter as produções artísticas sonoras ativas, como combustível pedagógico em tempo de pandemia por Covid-19. José Jarbas Ruas é violonista, arranjador e musicólogo. Professor de música do curso de Licenciatura em Educação do Campo da UFT, atualmente é doutorando em Música pela UFRJ. Em 30 maio 2020.

Diamantina

Trio de violões formado por Marcus Bonilla, Josione Silveira e José Jarbas Ruas, interpretando a obra Caranguejo Solar de minha autoria.

Josione Silveira é egresso da primeira turma do curso de Licenciatura em Educação do Campo da UFT, campus de Tocantinópolis (habilitação em artes e música) e o colega José Jarbas Ruas, musicólogo e doutorando em música pela UFRJ. Em 13 maio de 2020.

Caranguejo Solar

Duo de violões formado por Marcus Bonilla e José Jarbas Ruas, interpretando a obra “Água e Vinho” do compositor Egberto Gismonti. O convidado José Jarbas Ruas é violonista, arranjador e musicólogo. Professor de música do curso de Licenciatura em Educação do Campo da UFT e doutorando em Música pela UFRJ. Em 24/04/2020.

Água e Vinho

O som e o movimento foi a proposta artística com a atriz e bailarina da Cia Atores Contemporâneos Aninha Moraes @aninhamoraesc, colega do curso de Doutorado em Artes da UFPA. A obra interpretada chama-se “Constelação”, composição minha que faz parte do CD “Caminhante do Céu Vermelho”. Em 21/04/2020.

Constelação

O primeiro encontro é com o doutor em violoncelo pela Universidade de Luisiana (USA) e professor da UFPE Pedro Huff, em sua composição “Lilith” do CD Caminhante do Céu Vermelho. Em 19/04/2020.

Lilith

Como prévia do trabalho apresento alguns arranjos para violão solo. Este foi dos compositores Baden Powell e Vinícius de Moraes “Tristeza e Solidão” do álbum “Os Afro Sambas”. Em 15/04/2020.

Tristeza e Solidão

Para quebrar o gelo, a primeira apresentação do projeto é com a música “Joana Francesa” de Chico Buarque. Arranjo para violão solo de Marcus Bonilla. Em 10/04/2020.

Joana Francesa
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Vídeos!!

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Aos poucos alguns registros audiovisuais vão aparecendo. Dentro do possível vou divulgando nesse post.

Primeiramente o canal no Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UC-2J8WzJ7C4PMvWTiaMOk0w

Documentário realizado em ação participativa com o quilombo Mumbuca para registro da Viola de Buriti como Patrimônio Imaterial Brasileiro pelo IPHAN.

A Viola de Buriti – Documentário

Produção de Helen Lopes do Guabiroba Sessions em 2018:

Gravações que tenho postado no meu canal do Youtube:

Também no canal:

Interpretação de Vito Kuger e Camila Dos Santos de uma obra minha no 2vo. Festival Internacional de Cuerdas – Hohenau 2019 (Paraguai):

CONSTELAÇÃO

Também contribuí com a trilha sonora do documentário “Romana” de Helen Lopes:

ROMANA
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20 ANOS de lançamento do CD Dedilhando o Brasil!!

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No dia 2 de junho de 2000 no Teatro do SESC em Porto Alegre, eu estava lançando o meu primeiro CD Solo que intitulei como Dedilhando o Brasil, fruto de um projeto selecionado pela lei de incentivo cultural do município de Porto Alegre, o FUMPROARTE. Sem dúvida, este trabalho foi um divisor de águas dentro da minha carreira profissional.

Ao longo do ano de 2020 estarei lançando algumas gravações no Youtube em alusão a este aniversário

Confiram a audição deste trabalho Dedilhando o Brasil

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Tutorial montagem de estúdio

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Devido ao grande número de acesso a esse tutorial postado no site anterior, transcrevo para apreciação aqui.

Isolamento acústico do Estúdio

O isolamento acústico é a etapa mais delicada da construção de um estúdio. Vou mostrar a seguir como foi feito esse isolamento na antiga Gyrasom Áudio Produções, empresa que criei a fez parte da minha trajetória profissional na cidade de Porto Alegre/RS.

O Projeto

Tratava-se de uma sala comercial em andar térreo e fundos, o que nos favoreceu em uma série de fatores. Optei pela construção de uma sala “in box” (uma sala dentro da outra). Como o foco principal do estúdio era a captação de instrumentos acústicos como o violão, flauta, sopros e cordas, foi escolhido a madeira como material principal para as paredes internas por acreditar que sua sonoridade fosse mais adequada. O projeto levou em conta o melhor aproveitamento da área disponível no local, aliada as proporções ideais de uma sala de gravação. As paredes externas, o piso e o teto que existem no local foram mantidos e tomados como referência e foi construído uma outra sala dentro dessa como narro a seguir:

As dimensões disponíveis no local eram de: 4,5 m de comprimento por 2,9 m de largura e 2.9 m de altura. Depois de calcular os vãos necessários para o melhor isolamento e os nódulos de frequência, optou-se por rebaixar o teto para obter um resultado acústico melhor.

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Na planta baixa acima, as linhas em preto são as paredes existentes no local, o traçado em vermelho é a sala construída em MDF. Durante a execução do projeto foram alteradas algumas coisas como a abertura das portas que ficaram para dentro, e o traçado de algumas paredes foram alteradas, mas não muito diferente do desenho.

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A sala original, antes da construção do estúdio.

Foi necessário fazer um tratamento nas paredes e no piso contra a umidade antes de começar o isolamento propriamente dito.

O Piso

Foi feito uma estrutura com caibros de cedrinho 5X5 cm sobre borracha EVA de 15mm de espessura. O espaçamento entre os caibros foi de 60 cm, preenchidos com mantas de lã de vidro de 2 polegadas e por forração que já existia no local. Sobre essa estrutura foi colocado o piso (Placas inteiras de MDF de 20mm).

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Detalhes da montagem do piso

As Paredes:

Foram feitas com MDF de 20 mm alternadas com compensado naval de 20 mm também. Elas distam aproximadamente 10 cm da parede original e estão apoiadas numa estrutura de caibros de 5X5. O espaço que fica entre as paredes foi preenchido com mantas de lã de vidro de 2 polegadas. A estrutura que apóia no chão está sobre borracha EVA de 15 mm.

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O Teto

O teto do estúdio foi feito com duas placas de MDF de 15 mm coladas a guias de 2,5 X 10 cm, apoiadas sobre as paredes internas. Não existe nenhum tipo de contato com o teto externo nem com as paredes externas ficando a uma distância de aproximadamente 40 cm do teto original. Sobre ele foi colocado mantas de lã de vidro de 2 polegadas.

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Vista do vão entre o teto original e do estúdio com preenchimento da lã de vidro.

As Portas

Sem dúvida a parte mais trabalhosa do projeto. Alguma falha nassa etapa e todo o resto não faria efeito algum. Foram feitas com uma chapa de compensado naval de 20 mm, uma manta de lã de vidro de 2 polegadas e outra chapa de MDF de 15 mm. A união da estrutura foi com guias de madeira de 2,5X 5 cm. Para os acabamentos laterais usou-se MDF de 6 mm preenchido com poliuretano expandido. A tranca ficou por conta do atrito do revestimento em feltro. A espessura total da porta foi de 9 cm. Para facilitar o fechamento, os cantos da porta tiveram uma inclinação de 45°.

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O Aquário
Mede 70 X 90 cm e foi feito com um vidro de 8 mm e outro de 6 mm afastados um do outro de 15 a 20 cm (existe uma pequena inclinação em um dos lados). Ambos foram colocados em batentes individuais de madeira e isolados com silicone. Já existia no local uma parede de gesso de 10cm de espessura que separa a técnica da sala de gravação. Um dos vidros foi colocado nessa parede e o outro na parede nova de compensado naval de 20mm.

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O Isolamento Final

Todas as frestas entre as placas foram preenchidas com Poliuretano expandido ou silicone, dependendo do tamanho do vão.

O Tratamento acústico:

Depois de todo o isolamento pronto, a sala começou a ser testada para a correção acústica. Foram usados difusores em “V” para as médias e altas freqüência e 3 “bass trap” de canto para a absorção dos graves indesejáveis. Com o tempo troquei os difusorem em V por outro quadriculado por ocupar menos espaço.

O resultado do isolamento foi bastante satisfatório. Da sala de gravação para a técnica, foi medido uma atenuação de volume em média de – 47db. Já da sala de gravação para a rua, devido a um espaçamento maior e uma parede extra que foi necessária, foi medido uma atenuação em média de – 65 db. Um resultado bem eficiente para essa técnica de isolamento e tamanho de estúdio

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